domingo, 28 de julho de 2013
Concurso Amamentar é
Participe dos bate-papos sobre amamentação (orientação, dúvidas e troca de experiências)
1º: 18/08 (domingo) - 16h às 17h
2º: 21/08 (quarta-feira) - 18h às 19h
3º: 24/08 (sábado) - 16h _as 17h
Local: Royal Plaza Shopping, junto à exposição de fotografias, com um espaço infantil para receber mães, filhos e fam´lias. Após o bate-papo, haverá o sorteio de brindes das lojas do shopping.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Fisioterapeuta, Doula e Auriculoterapeuta
jdarosa2008@hotmail.com
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
sábado, 25 de junho de 2011
Congresso Virtual de Aleitamento Materno 2011
Pré conferência: Amamentação – um desafio transdisciplinar por Marcus Renato de Carvalho – 4 de julho – 2ª. feira 1ª. audição: 10h 2ª. audição: 18h Teste do “Centro de Convenções” e equipamentos dos congressistas.
O Congresso contará com renomados especialistas que falarão sobre a questão da Amamentação e seu entorno. São eles:
1º. dia – 7 de julho (5ª. feira)
9h – Entrada na sala (teste de som e imagem)
9h30 – Mensagem de boas vindas
9h45 - Intervalo
10h – Conferência 1 - Políticas públicas em aleitamento materno: avanços e limitações nos últimos anos. Elsa Regina Justo Giugliani
10h45 – Perguntas e conversas
11 – Intervalo
11h15 – Conferencia 2 - Amamentação na atenção básica: Rede Amamenta Brasil! Lilian do Espírito Santo
12h – Perguntas e conversas
12h15 – Intervalo para o almoço
14h – Conferencia 3 - Amamentação e o Continuum da Humanização Ricardo Herbert Jones 14h45 – Perguntas e conversas
15h – Apresentação do próximo dia do Congresso
15h30 – Sorteio do livro + Encerramento do dia
2º. dia – 8 de julho
9h – Entrada na sala (teste de som e imagem)
9h30 – Conferencia 4 - Aconselhamento e grupos de apoio: importância e atuação Celina Valderez F. Köhler
10h15 – Perguntas e conversas
10h30 – Intervalo
10h45 – Conferencia 5 - Anatomia e fisiologia da sucção na amamentação - Cristiane Faccio Gomes
11h30 – Perguntas e conversas
12h – Intervalo para almoço
14h – Conferencia 6 - Uma visão nutricional do leite humano - Erly Catarina de Moura 14h45 – Perguntas e conversas
15h15 – Apresentação do 3º. dia de congresso
15h30 – Sorteio do livro + Encerramento do dia
3º. dia – 9 de julho
9h – Entrada na sala (teste de som e imagem)
9h30 – Conferencia 7 - A importância da Certificação Internacional em Amamentação, IBCLC/ILCA - Roberto Issler
10h15 – Perguntas e conversas
10h30 – Conferencia 8 - Manejo Clínico da Lactação – superando os problemas mais comuns - Luciano Borges Santiago
11h15 – Perguntas e conversas
12h – Intervalo para almoço
14h – Conferencia 9 - O Bebe prematuro: Amamentação e Cuidado Individualizado - Uma questão de Direito. - Luís Alberto Mussa Tavares
14h45 – Perguntas e conversas
15h – Conferencia (10) de encerramento - A terceirização da infância e o desmame precoce - José Martins Filho
15h45 – Perguntas e conversas
16h – Mensagem: Convite para novos encontros
16h15- Sorteio do livro + Avaliação – mensagens, depoimentos...
http://www.
--
Fonte: ABENFO/RS e Leila
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Bebês censurados
Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).
E-mail: elianebrum@uol.com.br
Twitter: @brumelianebrum
Tão logo minha amiga editou as fotos, colocou-as num álbum do Hotmail que pudesse ser compartilhado pelo número restrito de pessoas que haviam participado da festa. Algum tempo depois, ela recebeu um aviso enorme da Microsoft, em inglês, que, resumidamente, dizia o seguinte: “Nós encontramos imagens envolvendo nudez de crianças em sua conta. Se você não retirá-las em 48 horas, seremos obrigados a cancelar esta e outras contas. Esta política busca reduzir os riscos na comunidade online. A Microsoft leva a sério a segurança das crianças. As violações incluem nudez, nudez parcial, pornografia, assédio, comportamento ilegal ou ofensivo”.
Minha amiga demorou alguns bons minutos para encontrar alguma pista sobre o crime do qual estava sendo acusada ao fotografar episódio tão amoroso. Então descobriu: havia pelo menos duas fotos dos pais com o bebê durante o banho. E ninguém ali tinha uma mente tão perversa a ponto de pensar que aquele momento inocente pudesse ser remotamente confundido com algum tipo de pornografia ou ato pedófilo que exigisse providenciar o impossível: um banho de roupa no bebê.
Assustadíssima, minha amiga tirou o álbum inteiro da rede. A situação me pareceu surreal. Mais ainda porque, entre as muitas ironias, está o fato de que a suspeita é uma jornalista que se especializou e se dedicou à proteção da infância e da adolescência nos últimos 20 anos. Por sua atuação nessa área é convidada a dar palestras e oficinas no Brasil e fora dele. E já ganhou prêmios por seu trabalho em Direitos Humanos. De fato, não haveria ninguém mais improvável do que ela de cometer algum ato de pedofilia contra um bebê ou disseminar pornografia infantil na internet.
Na semana passada, a imprensa noticiou que a jornalista Kalu Brum foi censurada na mais poderosa rede social do planeta, o Facebook, após postar uma foto amamentando seu filho. Em 10 de maio, Kalu recebeu a seguinte mensagem: “Olá. Você carregou uma foto que viola nossos Termos de uso e ela foi removida. O Facebook não permite a publicação de fotos que ofendam um indivíduo ou grupo, ou que possuam nudez, drogas, violência ou outras violações de nossos Termos de Uso. Essas políticas são desenvolvidas para garantir que o Facebook continue a ser um ambiente seguro e confiável para todos os usuários, incluindo as crianças que usam o site”.
O caso foi divulgado e debatido no blog Mamíferas. E depois de a foto ter sido retirada do ar, Kalu lançou o “Mamaço no Facebook” – um protesto que incentiva as mulheres, até 20 de maio, a trocar as fotos de seus perfis por imagens em que estejam amamentando, e os homens a trocá-las por fotos das mães de seus filhos nesse mesmo ato saudável.
Os dois casos da internet – que com toda certeza não são os únicos, muito pelo contrário –, fazem soar uma sirene na nossa cabeça. E eu acho que precisamos escutá-la antes que o mundo fique estranho demais. Tanto a Microsoft quanto o Facebook estão agindo “em nome do bem”. E, assim como outras corporações poderosas da rede, têm sido pressionados a responder pelos conteúdos veiculados em seu ambiente virtual pela Justiça de diferentes países. Obviamente as mensagens que Kalu e minha amiga – e muitos outros – receberam são automáticas, geradas sempre que o programa detecta algum tipo de ameaça. Uma proporção maior de pele nua, talvez. Só o Facebook e a Microsoft podem nos explicar os mecanismos utilizados em seu sistema para detectar supostas violações.
O fato é que o programa não tem como avaliar subjetividades. E então imagens de uma mãe amamentando ou um bebê tomando banho sob o olhar embevecido de seus pais são imediatamente censuradas em termos ameaçadores. No mundo virtual, o rotineiro banho do bebê cujas fotos circulam entre amigos e parentes passa a ter o mesmo potencial criminoso do rotineiro banho do bebê que circula entre as redes de pedofilia. Porque, a rigor, a nudez do bebê é a mesma. O que muda é o olhar do espectador. E o uso das imagens.
Embora existam quadrilhas que escravizam ou pagam por fotos de meninas em posições eróticas ou atos sexuais, um pedófilo se excitaria, e um criminoso poderia vender a foto de uma criança de biquíni na praia, construindo um inocente castelo de areia, para uso ilegal. Porque, de novo, o que caracteriza a ilegalidade neste caso são o olhar e o uso.
A saída deveria ser voltarmos a uma espécie de era vitoriana e obrigarmos nossos filhos a tomar banho de mar vestidos porque existem pessoas doentes e outras criminosas no mundo em que vivemos? Ou amamentarmos trancadas em quartos, com vergonha de nossa natureza? Ou dar banho no bebê de portas fechadas, escondidos de todos como se fosse algo feio ou proibido? Acredito que lutamos muito para lidar melhor com nossos corpos e nossas vidas para tal retrocesso.
Mas é algo semelhante o que está acontecendo na internet – um mundo no qual vivemos durante boa parte do nosso dia e pelo qual nos comunicamos com amigos, parentes, parceiros de trabalho e desconhecidos. Um mundo virtual – mas bem real.
Na rede, tudo virou a mesma coisa – e confundi-las me parece muito perigoso. Porque, se começarmos a tratar da mesma maneira uma mulher amamentando seu bebê e um ato de pedofilia, logo não saberemos mais a diferença. E, se não soubermos mais a diferença, não haverá mesmo como prevenir e punir o crime.
O outro ponto que deve fazer a sirene da nossa cabeça tocar ruidosamente diz respeito à Lei. Para criar ou alterar uma lei em um país democrático, é necessário antes que o texto seja discutido e aprovado pelo Legislativo. E, ultimamente no Brasil, pelo vazio e pela indigência desta instância, algumas questões cruciais têm sido debatidas e decididas pelo Supremo Tribunal Federal. No processo democrático, o debate se estabelece na imprensa e nas ruas, as opiniões se digladiam, e o cidadão influencia nas decisões seja pelo seu voto, seja pelo seu poder de manifestação. Do mesmo modo, a polícia precisa de autorização judicial para grampear alguém dentro da lei.
Na internet, não. Há uma espécie de polícia virtual, transnacional e privada atuando em nossas vidas como bem entende. Porque, para esta “polícia”, não somos cidadãos – mas clientes (ou “customers”, já que a comunicação, em geral, é em inglês. Quantos de nós, no mundo inteiro, têm seu cotidiano ligado a marcas como Microsoft, Google, Apple, Facebook, Twitter, etc? Me parece que não temos percebido que vivemos sob suas leis. E uma delas nos diz que o banho de nossos bebês ou o momento da amamentação é pedofilia.
A partir do momento em que vasculham nossos arquivos e recebemos o aviso de que estamos violando sua política de uso, nossa escolha é aceitar o veredicto e retirar as imagens do ar, quando não as eliminam por sua própria conta – ou sermos banidos desse mundo.
Supostamente seria uma escolha estar ou não na rede, usar ou não a mercadoria que oferecem. De fato, cada vez mais deixa de ser uma escolha, já que boa parte da população do planeta não pode mais conceber sua vida pessoal e profissional sem estar em alguns desses conglomerados virtuais.
Como disse Kalu Brum para esta coluna: “Tive de concordar que li e aceitei os termos de uso do Facebook de que a foto feria as regras. Fiquei indignada e por isso pensei em sair da rede. Vejo tantas fotos com pessoas de decote, shorts minúsculos, por que uma foto de amamentação, em que o mamilo nem aparecia, estava sendo retirada? Imediatamente pensei que poderia usar a própria rede social para mobilizar mulheres a trocarem suas fotos do perfil”.
Acho ótimo que alguém tenha decidido reagir e torço para que o “mamaço” organizado por Kalu surta algum tipo de efeito no Facebook. Mas sabemos o tamanho e o poder desta rede com mais de 600 milhões de usuários no planeta – e como é difícil atingi-la ou influenciá-la. Não é por acaso que a manifestação contrária à política da rede social aconteça dentro da rede social, sem que o Facebook perca um único usuário. E é sobre isso que também precisamos refletir.
Assim como Kalu, minha amiga também retirou o álbum de fotos, chocada, e seguiu sob o império da Microsoft. E, possivelmente, se me acontecesse algo semelhante, eu faria o mesmo. Porque preciso usar as redes e não tenho escolha. De fato, sem nenhum direito de defesa ou julgamento, se não acatarmos que o banho do bebê ou a amamentação é pedofilia – porque é isso que aceitamos como verdade quando retiramos as imagens da rede ou continuamos lá depois que são retiradas –, somos banidos do mundo. Como párias.
E é assim que chegamos a resultados concretos como estes: uma das jornalistas mais atuantes na área da proteção dos direitos da infância e da adolescência é obrigada a eliminar um álbum virtual de acesso restrito porque há nele a foto de pais dando banho em seu bebê; uma mãe amorosa tem a foto em que amamenta seu filho retirada da rede social da qual participa. Tudo em nome do bem. E, claro, como muito do que nos tem sido impingido nos últimos anos, com a melhor das intenções.
Até o final do século XX, esta era uma realidade que só havíamos vislumbrado pela ficção. Agora, o futuro chegou. Não há respostas nem soluções fáceis para as questões apresentadas pelo novo mundo. Mas acho que é preciso ouvir a sirene e acordar.
(Eliane Brum escreve às segundas-feiras.)
Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI233615-15230,00-BEBES+CENSURADOS.html
terça-feira, 17 de maio de 2011
Mães fazem 'mamaço' por amamentação em público em SP
Foto: Leo Martins/Futura Press
A iniciativa surgiu depois que um membro da segurança da mesma instituição pediu a uma mulher que amamentava seu bebê que fosse para um local fechado. A mulher divulgou o episódio no Facebook e a partir daí foi desencadeado um movimento que originou o ato de hoje.
"Quando soubemos do ocorrido pedimos desculpas. As mães propuseram que fizéssemos um ato e nós abraçamos a iniciativa e propusemos transformá-lo em um ato cultural", explicou o diretor de Itaú Cultural, Eduardo Saron.
Segundo Saron, o episódio respondeu a uma aplicação "ao pé da letra" da norma que impede comer dentro do estabelecimento e afirmou que os funcionários precisam aprender a "receber de forma confortável um perfil de público que existe e que tem necessidades específicas".
Uma das mães que participou do ato, Camila Torelli, explicou que o objetivo da manifestação "é mostrar que amamentar não fere nenhum princípio moral, não agride nenhum ser humano" e acrescentou que "os bebês têm direito a mamar em qualquer lugar em que estiverem, na hora que sentirem fome".
"Nós como mães não temos direito de negar isso a nossos filhos", disse Torelli, que lembrou que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda alimentar as crianças com leite materno até os dois anos de idade porque, entre outros benefícios, melhora o seu sistema imunológico.
Fonte: recebido de Leila por e-mail
segunda-feira, 11 de abril de 2011
AMAMENTAÇÃO – MAMÃE EU QUERO
AMAMENTAÇÃO – MAMÃE EU QUERO • 8 de abril de 2011
Todo animal mamífero mama no peito até poder alimentar-se sozinho, mas é no peito de sua própria mãe. As histórias de Rômulo e Remo, amamentados por uma loba, de Tarzan, criado por uma macaca, e de Mogli, criado também por uma loba, são meras exceções que confirmam a regra: leite, só de mãe.
Leite é sangue que deixa de correr pelo umbigo e sai pelo bico do seio. Até do masculino, afirmam as Amigas do Peito, se for bem sugado: a glândula desperta. As mães-de-leite que o digam, se é que ainda existem, criando no peito o filho dos outros – que passava a ser seu, com seu sangue circulando pelas veias.
E na boca a criança começa a aprender. Tem que puxar, tem que querer, às vezes chora de tão difícil que é no comecinho. Para a mãe às vezes também é difícil, encontrar a melhor posição às vezes leva uns dias, às vezes cansa. Mas sempre acabam se ajeitando. Da boca do neném o leite desce para o estômago, de lá para os intestinos, ativando no corpinho tudo aquilo que está pronto a funcionar. Devagar, devagarinho, deixando o tempo passar…
Botou pra arrotar? Arrotou? Golfou? É normal. Golfada é uma sobra pequena de leite, diferente do vômito, que é grande e sai com muita força. Golfar acontece de vez em quando. Mas arrotar tem que ser sempre, até duas ou três vezes depois de mamar, ou mesmo no meio da mamada, senão o bebê fica agoniado.
E ele dorme, come, cresce. Logo abre os olhos, logo dá um risinho, vai ficando com um jeito que é só seu. Acorda somente pra mamar ou porque está molhado e se sente incomodado. Não está pronto pra ir à luta, tem que ser cuidado, e sobretudo tem muito direito ao que é seu: como diz minha mãe, aquele leite ali do peito o bebê trouxe com ele. É dele, não lhe pode ser negado.
- Ah, mas me disseram que meu leite é fraco…
Fraco? Estão aí os organismos mundiais de saúde para atestar: mesmo o leite da mãe anêmica, aquela típica biafrense, é nutritivo para o filho. As reservas biológicas da mãe se escoam todas para o filho. Mãe, só tem uma. Leite, só de mãe.
- Ah, mas um leitinho de vaca bem fresquinho… Eu fui criado com leite de vaca, sabe? A gente tomava uns dez litros por dia lá na fazenda. Era bom demais…
Tirem-me da frente de uma tigela de nata! Leite de vaca é uma gostosura, e também se não fosse não fazia o sucesso que faz. Docinho, né? Mui doce, três vezes mais que o leite humano. O açúcar dele se chama lactose. Para digerir essa lactose o pâncreas tem que fabricar uma enzima chamada lactase, ase, com a. Mas vejam só, na maior parte do planeta você só produz essa enzima até, no máximo, os 7 anos de idade. Daí para a frente a natureza acha que já dá pra você se virar sem leite, e até sem mãe, que afinal você já tem todos os dentes.
Mas vamos supor que você goste de um leitinho, então todo dia vai lá e pá, café com leite, copinho de leite no bar, leitinho quente antes de deitar. E o intestino péssimo, cheio de gases; o fígado esquisito; alergia na pele; peito encatarrado; uma sensação de cansaço, vista fraca, preocupações intensas.
Vai ao médico. Exames. Paranóias. Remédios.
Agora, pega uma lente de aumento e olha bem no fundinho do diagnóstico que tá lá: deficiência de lactase, ase, com a, a enzima que dissocia o açúcar do leite.
Sutil, não é mesmo?
Nada errado com o leite: você é que é deficiente, viu?
E ainda por cima, sabe-se lá com que você andou misturando esse leite?
Quê? Com carne? Valha, que as pragas de Moisés não te caiam sobre a cabeça. Imagine que a religião judaica é cheia de recomendações alimentares, e uma delas diz para nunca misturar o leite da mãe com o sangue do filho. Passando por alto parece uma coisa assim romântica, sentimental, quando eu era pequena pensava que era para a vaca não ficar triste porque o filho ia ser comido, mas não é bem isso. É que tanto a carne quanto o leite são proteínas completas, o que já dá um certo trabalho ao estômago, e ainda por cima são de tipos completamente diferentes. O suco digestivo que serve para a carne não serve para o leite. Isso quer dizer que logo apodrece algo no reino do estômago, às vezes pinta como azia, má digestão, salta um sal de fruta!
- Ah, mas um leitinho… E de mais a mais, de onde meu filho vai tirar cálcio se não beber leite?
Boa pergunta. Mas de onde a vaca tira tanto cálcio? Do capim. Elefantes e outros herbívoros de grande porte também. As folhas verde-escuras da mostarda, da couve, da salsa, das algas marinhas, o gergelim, a castanha-do-pará, alguns chás como o banchá e o chá verde, misso, dente-de-leão, folhas de nabo, trigo-sarraceno, grão-de-bico, queijo de soja, soja verde, feijão, melado de cana: tudo isso tem cálcio, e muito.
Agora vê:
100 gramas de leite de vaca 118 mg de cálcio
100 gramas de leite de cabra 129 mg de cálcio
100 gramas de queijo de soja 128 mg de cálcio
50 gramas de salsa 102 mg de cálcio
50 gramas de grão-de-bico 150 mg de cálcio
10 gramas de gergelim 116 mg de cálcio
10 gramas de alga hijiki 140 mg de cálcio
10 gramas de alga kombu 80 mg de cálcio
6 g de pó da casca do ovo 2400 mg de cálcio
100 gramas de leite humano, apenas 35 mg de cálcio.
Cálcio de leite humano. Para ossos, dentes, rins e fígado humanos. Pois é. E as fontes vegetais de cálcio são todas fáceis de assimilar. A proteína do leite materno, albumina, é própria para gente digerir. Mas a caseína, que é a proteína do leite de vaca, é barra pesada. Pode deixar seu bebê com diarréia, mal-estar, alergias. Por isso é que os antigos tomadores de leite preferiam sempre coalhada, iogurte, leitelho, queijo. O processo de fermentação pré-digere as proteínas. De qualquer forma, como uma alimentação rica em leite de vaca sempre vai ser excessiva em relação às necessidades humanas, o excesso irá se depositando pelos cantos. Em forma de gordura sob a pele; como catarro pegajoso nos brônquios, intestinos e pulmões; como açúcar, infernizando um tanto a vida do pâncreas e do fígado e depois se convertendo também em gordura; e finalmente como excesso mesmo, proteína não assimilada que fica rolando pelo sangue e acaba infeccionando em algum lugar. Espinhas são isso, proteína que apodreceu e o corpo quer eliminar.
Tem mais: o leite que se vende por aí quase não tem gordura, e a gordura natural do leite é fundamental para a absorção do cálcio. Tanto que até o governo americano já recomendou que se substitua o leite desnatado pelo integral.
Outra coisa: não há um consenso científico sobre as nossas necessidades diárias de cálcio, porque isso varia muito de pessoa para pessoa. A gente transmuta os alimentos dentro do corpo, sintetiza o que antes não existia, absorve até mais do que precisa. Excessos de cálcio vão criar vértebras calcificadas, articulações duras, cálculos renais. Mas, como referência, o que se tem dito é que crianças precisam de 400 a 500 mg por dia, adultos 800 mg, adolescentes, grávidas e mães amamentando 1200 mg; e é bom lembrar que o sol e os exercícios fixam o cálcio no organismo, da mesma forma que a mastigação fixa o cálcio nos dentes.
O bebê mama, dorme, cresce.
Depende todinho de você.
Quando está nervoso, é o calor do seu corpo que o acalma.
Então, me diga: você acha mesmo que uma vaca se preocuparia com ele tanto quanto você?
Sonia Hirsch é jornalista e escritora voltada para promoção da saúde. Texto extraído do seu livro Mamãe eu Quero – editora Corre Cotia
Fonte: http://www.tourlife.com.br/blog/, em 11 Abr 2011
domingo, 10 de abril de 2011
Flor do Sul -Amamentação Bonecas e Mamas Didáticas
Flor do Sul -Amamentação Bonecas e Mamas Didáticas
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terça-feira, 27 de julho de 2010

II Seminário Estadual da Semana Mundial da Amamentação
“ Dez passos para um mundo Amigo da Criança”
Porto Alegre, 04 Agosto de 2010
Auditório Elizabeth Lee – IPA (Unidade Colégio Americano)
8h30 – Abertura
8h45 – Conferência: Aleitamento Materno: promovendo o vinculo mãe/bebê e o desenvolvimento infantil.
Dr. Ricardo Halpern, Médico; Doutor em Pediatria. Pós-Doctoral Fellow in Developmental and Behavioral Pediatrics Center for Development and Learning- UNC, Chapel Hill. Presidente do Departamento de Pediatria do Desenvolvimento e Comportamento da Sociedade Brasileira de Pediatria. Professor Adjunto IV da Universidade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre e Professor Adjunto do Curso de Medicina e Pós Graduação em Saúde Coletiva da Universidade Luterana do Brasil.
10h – Intervalo
10h15 – Mesa Redonda: Experiências Bem-Sucedidas de Apoio à Amamentação no RS.
IHAC Pelotas - ‘Sinaleira da Amamentação’ – Nutricionista Rejane Radunz
Posto de Coleta de Leite Humano em UBS – Nutricionista Helga Schiller Barcellos
Rede Amamenta Brasil – US Jardim Cascata/POA – Enfª. Elisa Maria Correa Guedes; US Wenceslau Fontoura/POA – Enfª. Teresinha Gonçalves.
11h15 - Conferência: Mortalidade Infantil no RS – Impacto da Amamentação.
Dra. Eleonora Gehlen Walcher, Médica Pediatra. Coordenadora da Saúde da Criança e do Adolescente – SES/RS.
12h15 – Intervalo para Almoço
14h - Mesa Redonda: Hospitais Amigos da Criança: Passo 4
“Facilitar o Contato precoce ao nascimento: favorecendo o Apego”. O que os Hospitais estão fazendo para facilitar o contato pele-a-pele logo após o parto?
Representantes dos Hospitais Amigos da Criança de Porto Alegre e interior do RS.
15h30 – Intervalo
15h45 – Conferência: Dez Passos Para um Mundo Amigo da Criança.
Dra. Sonia Maria Salviano Matos de Alencar - Médica Pediatra (HRT/SES-DF). Coordenadora do Centro de Referência de Bancos de Leite Humano e Aleitamento Materno/SES/D. Presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Bancos de Leite Humano e Aleitamento Materno. Coordenadora da Política Nacional de Aleitamento Materno do Ministério da Saúde de outubro de 2003 a outubro de 2005. Presidente do Departamento Científico de AM da Sociedade Brasileira de Pediatria 1998-2001. Presidente do I Congresso Brasileiro de Bancos de Leite Humano.
17h00 – Encerramento.
II Seminário Estadual da Semana Mundial da Amamentação
“ Dez passos para um mundo Amigo da Criança”
Porto Alegre, 04 Agosto de 2010
Auditório Elizabeth Lee – IPA (Unidade Colégio Americano)
Rua Doutor Lauro de Oliveira, 71 - Rio Branco, Porto Alegre / RS
Informações: 3227-1176
Inscrições: seminarioamamentacao2010@gmail.com
quarta-feira, 31 de março de 2010
DVD sobre Amamentação
DESCRIÇÃO
Um competente time de pediatras e especialistas em amamentação apresenta de forma simples e didática as principais recomendações da Organização Mundial da Saúde e as mais recentes evidências científicas em aleitamento materno.
Enquanto explicam porque amamentar, mostram a importância do apoio, ensinam a pega correta do bebê e apresentam soluções para os problemas mais comuns. No pano de fundo entram em cena casos reais e depoimentos emocionantes de mulheres brasileiras sobre as dores e as delícias da amamentação.
Dividido em sete capítulos temáticos, "Amamentação sem mistério" é uma iniciativa do Grupo de Apoio à Maternidade Ativa (GAMA) que tem por objetivo informar e ajudar profissionais de saúde, grupos de poio e mães que amamentam.
CAPÍTULOS
Abertura (2 min)
Uma breve história da amamentação (10 min)
Por que amamentar? (11,5 min)
Promovendo a amamentação (9 min)
Orientações para mães (19 min)
A mulher no puerpério e a importância da rede de apoio (10,5 min)
Orientações para mães com dificuldades (24 min)
O papel dos profissionais de saúde + créditos (11 min)
TOTAL 97 minutos
CONSULTORES: Alexandre Rabboni (Dentista), Ana Julia Calameo (Pediatra), Beatriz Kesselring (Enfermeira Obstetra), Carlos Eduardo Correa (Pediatra e Neonatologista), Coríntio Mariani Neto (Obstetra), Douglas N. Gomes (Epidemiologista, Pediatra e Neonatologista), Honorina de Almeida (Pediatra especialista em Aleitamento Materno, Maiana Rappaport (Psicóloga), Marcia Koiffman (Enfermeira Obstetra), Sonia Venâncio (Pediatra e pesquisadora)
REALIZAÇÃO:
GAMA / BOA HORA FILMES (www.boahorafilmes.com.br)
Fonte: recebido por e-mail da Enfermeira Obstetra Leila Wolff
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
BELEZA NA GRAVIDEZ – 4
CUIDADOS COM AS MAMAS NA GESTAÇÃO:As primeiras alterações visíveis ocorrem nas mamas, que se tornam mais sensíveis, volumosas e pesadas. Com o passar dos dias, as mamas vão se modificando, de modo a se preparar para a amamentação futura. É importante preparar os mamilos, tornando-os resistentes para a forte sucção do bebê. Várias mulheres deixam de amamentar ou simplesmente param de fazê-lo devido às dores resultantes de mamilos rachados ou fissurados, que pode ser evitado com algumas precauções.
Ao mesmo tempo, amamentar é uma das mais extraordinárias experiências que uma mulher pode ter ao longo de sua vida. Usufruir dessa vivência com toda a plenitude só será possível, porém, se os mamilos forem devidamente estimulados, sendo preparados de forma a proporcionar o prazer de poder alimentar seu bebê.
Os cuidados devem começar no início da gravidez, excluídos os primeiros três meses e, se estender até o momento do parto. Desta forma é muito provável que o ato de amamentar só venha a trazer prazer à mãe e saúde para o bebê. Recomenda-se não usar hidratantes e óleos nas mamas para preservar os mamilos resistentes.
Durante o banho, pode-se usar uma bucha vegetal sobre os mamilos para torná-los mais resistentes. Após o banho, use uma toalha grossa para esfregar os mamilos, dando assim continuidade ao processo. Pode ser que isso resulte em alguma descamação nos primeiros dias. Essa descamação é necessária para que a pele se renove e fique mais forte, de maneira que resista à força de sucção do bebê. Não é preciso interromper o procedimento, basta que se tome cuidado de não exagerar na dose e acabar machucando de verdade os mamilos.
Ainda no banho, pode-se aproveitar para exteriorizar os mamilos pouco proeminentes. Faça vários movimentos de tração do mamilo para fora, com os dedos, realizando uma pequena torção. Isso vai aos poucos tornando os mamilos mais protusos, que facilitará para o bebê quando levado à sucção. Esse simples exercício auxiliará na formação de um mamilo possível de ser sugado pelo bebê.
Devemos usar sutiãs que proporcionem sustentação e apoio, evitando lingeries que apertem e impeçam a circulação. Dê atenção especial a particularidades que vão desde a escolha do tecido, que deverá ser preferencialmente de algodão, até a firmeza dos contornos para que possa suportar o peso, que em muitos casos, chega a dobrar ao longo da gravidez. Ainda, alças resistentes e largas, bojo confortável, e
lástico e macio.
É importante ressaltar o seguinte: amamentação não torna as mamas flácidas. Não podemos esquecer que o fator genético define o formato das mamas e sua constituição, proporcionando ou não uma tendência maior à flacidez, além do aumento excessivo de peso.
Cada vez que a mulher oferece seu seio ao bebê está estimulando o corpo a retornar à sua forma normal. Isso ocorre porque toda vez que o bebê suga o seio, ele estimula a produção de um hormônio chamado ocitocina, que ajuda a contrair o útero. O retorno do útero ao seu tamanho normal contribui efetivamente para o retorno do corpo à forma natural.
Portanto, além de contribuir para o fortalecimento do vínculo afetivo da mãe com seu filho, amamentar é um ato de prevenção contra problemas futuros. Não importa a quantidade de leite, seja qual for o volume produzido, a mãe estará passando diversos anticorpos para seu bebê, aumentando suas defesas.
Retirado do livro: Grávida e Bela – um guia prático de saúde e beleza para a gestante, de autoria da médica Carla Góes Sallet (Ed. Ediouro)
Texto Elaborado pela Enfermeira Obstetra Leila Regina Wolff
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Livro de Shantala

Rô Nunes trabalha com shantala e mandou a dica de livro Shantala de Leboyer (dados acima) e sobre aleitamento acessar as dicas das Amigas do Peito (http://www.amigasdopeito.org.br).
Agradecemos as dicas e os elogios ao blog!
Um grande abraço!!!
Andrea Leandro
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Amamentando
Sente numa poltrona confortável de preferência com braços e utilize uma pequena banqueta para apoio dos pés.
Utilize um travesseiro para apoiar seu braço e o bebê de tal maneira que este fique na altura do seio. O corpo do bebê deverá estar de encontro ao seu.
Amamentando Sentada:
Amamentando Deitada:
Para que o seu bebê tenha uma sucção eficiente aqui vão algumas sugestões:
• Retire manualmente um pouco de leite da sua mama antes de colocar o bebê para sugar, com isso você tornará a aréola mais macia facilitando a pega correta do seio.
• Observe se o bebê abocanha o mamilo e o máximo da aréola que for possível. Lembre-se que os depósitos de leite ficam atrás da aréola.
• Segure a mama com a mão que está livre, de modo que o indicador e o polegar formem a letra "C" invertida.
• Toque o lábio inferior do bebê com o bico do seio, pois com este estímulo, se o bebê estiver acordado, instintivamente abrirá a boca como num bocejo.
• Verifique se o bebê está sugando e deglutindo. Durante a amamentação ele dá várias sugadas e pára. Se o bebê estiver apenas mastigando o mamilo, tente estimulá-lo ou interrompa.
• Se precisar interromper a mamada ou posicionar melhor o bebê coloque o dedo mínimo no canto da boca, assim ele soltará a mama com facilidade sem machucá-la.
Duração e freqüência das mamadas
O bebê deverá ser amamentado sempre que chorar.
Uma mamada completa deverá durar mais ou menos 30 minutos. Ofereça uma das mamas até o bebê largar espontaneamente, coloque para arrotar (conforme figuras seguintes) e ofereça a outra mama se ele aceitar
Comece sempre pela mama oferecida por último.
É importante saber que o leite se altera durante a mamada. Numa primeira fase ele tem um aspecto mais aguado, satisfazendo a sede do bebê, após alguns minutos ele se transforma num leite gorduroso satisfazendo a fome. Por isso é extremamente importante o tempo que o bebê leva para mamar.
Durante o Banho:
O banho do bebê envolve alguns segredinhos para que mãe e filho formem uma parceria tranqüila e possam usufruir, sem sustos, desse momento tão especial. Confira algumas dicas de como se deve posicionar corretamente seu bebê durante o banho.
- Depois de deixar à mão todo o arsenal necessário - sabonete, xampu, toalha e roupinhas limpas -, dispa o bebê e leve-o até a banheira segurando-o firmemente com uma mão sob a nuca e outra sob o bumbum.
- Sustente-o bem, para que ele possa sentir segurança e, ao mesmo tempo, relaxar. Tente marcar a hora do banho com pequenos detalhes - a mesma canção, um beijo especial - que, pela repetição, farão seu filho perceber com antecedência que chegou a hora de entrar na água.
- Jogue água com delicadeza sobre o peito, o tronco e a barriga e molhe suavemente seu rostinho, ainda sem usar sabonete. Tome cuidado para não deixar a água escorrer por seus olhos e ouvidos.
- A cabecinha é a primeira a ser lavada. Se o bebê for recém-nascido, basta apoiá-lo sustentando-lhe a nuca sobre sua mão esquerda, enquanto, com a outra mão, você aplica o xampu ou o sabonete e enxágua cuidadosamente os cabelinhos. Caso seu filhote seja maiorzinho e já se mexa bastante, escorregue o braço esquerdo sob sua axila de modo a sustentar-lhe as costas, e manter sua nuca na posição correta.
- Ensaboe uma das mãos e deslize-a pelo corpinho do bebê dando atenção especial às dobrinhas, virilha e embaixo do pescoço. Para lavar as costas, vire o corpinho da criança de bruços e apóie-lhe o peito no seu antebraço.
- Deite o bebê sobre a toalha previamente aberta e, de preferência, forrada com um fraldão. Seque primeiro a cabecinha, sem esfregar, apenas apalpando-a com a toalha delicadamente.
- Com a ponta da toalha, seque qualquer resíduo de água das orelhinhas. Jamais use hastes de algodão na parte interna do ouvido da criança, pois há riscos de causar algum dano ao tímpano.
- Seque com cuidado a região da virilha e do bumbum para evitar assaduras. Capriche também nas dobrinhas, pois a umidade pode provocar irritações.
- Pronto, o bebê já está cheiroso e sequinho. Para finalizar o ritual de beleza, penteie os cabelinhos e não force a remoção das crostinhas. Cuidado também com os perfumes. Eles não são recomendados para recém-nascidos. E, mesmo em bebês maiores, devem ser aplicados nas roupinhas e nunca sobre a pele.
sábado, 26 de setembro de 2009
Amamentação!!!
sábado, 5 de setembro de 2009
DICAS PARA MÃES DE 1ª, 2ª, ... VIAGEM





Amamentação!!!
Amamentar é um ato de amor!!! Para as mães que por alguma razão fisiológica não podem dar de mamar no peito, é importante dar a mamadeira no colo, dando todo o carinho e atenção que o bebê merece.
A criança ao chegar nesse mundo é recebida por uma equipe médica, mas é no seu lar que terá todas as honras merecidas e para isso precisa de muita atenção e carinho.
O dar o peito para o bebê é a forma mais intima da mãe interagir com seu filho e é um momento só dela. Para isso, torne o local da mamada especial:
- Tenha uma poltrona ou cadeira especifica para dar mama. Que seja bem confortável, com apoio para os braços;
- Procure ter todos os apetrechos necessários para dar mama a mão: fralda (para limpar o bebê); babador para proteger a roupa da bebê do leite que cai em excesso ou para possíveis vômitos; travesseirinho para apoiar a cabeça do bebê; almofada de apoio para colocar o bebe em cima, etc.
- Seja arejado, com boa iluminação e com pouca circulação de pessoas. Pode ser o quarto da criança, seu próprio quarto ou um canto especial da casa.
O ideal que esse canto seja especial, principalmente nestes primeiros meses, que o bebê só se alimenta de leite materno, é o momento especial de vocês! Aproveite o máximo.
Fonte: www.harmonizacaodeespacos.blogspot.com







